Outubro · Renda fixa
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Ágora Insights

Renda Fixa Outubro

Queda dos juros longos favorece marcação a mercado, mas spreads exigem atenção

Ricardo França Analista de valores mobiliários credenciado responsável pelas declarações nos Termos da Resolução CVM nº 20
  • Queda das taxas dos títulos longos reacendeu oportunidades de ganho na renda fixa, com potencial para valorização adicional caso o ciclo de cortes da Selic continue.
  • A convexidade favorece o investidor ao ampliar os ganhos quando os juros caem e suavizar as perdas em momentos de alta das taxas.
  • A desaceleração econômica e os resgastes nos fundos de renda fixa tendem a pressionar os spreads de crédito, fazendo com que os prêmios exigidos pelos investidores aumentem mesmo em um cenário de queda de juros.
  • Títulos corporativos de alta qualidade (AAA e AA) podem oferecer as melhores oportunidades, combinando fundamentos sólidos com spreads mais atrativos após recentes ajustes de mercado.

01 / Cenário e estratégia

Crédito privado · Outubro

O mercado de renda fixa iniciou outubro com um movimento relevante de fechamento das taxas nos vértices mais longos da curva de juros, reacendendo o interesse dos investidores por ativos de maior duration. A valorização observada nesses papéis trouxe ganhos importantes de marcação a mercado, especialmente em títulos prefixados e indexados à inflação. Ao mesmo tempo, o avanço dos resgates nos fundos de investimentos de renda fixa mantém no radar um fator de risco importante para os próximos meses: a evolução dos spreads de crédito.

1.1Títulos longos seguem atrativos

A queda das taxas do Tesouro Prefixado 2030 (LTN30), que fechou setembro aos 14,16%, negociado em 21/10 a 12,92% (uma compressão de 124 pontos-base) reacendeu o interesse do mercado por ativos de maior duration. Já para os títulos híbridos vimos um movimento semelhante: o Tesouro IPCA+ 2035 (NTNB35), que fechou setembro em 7,49%, recuou para 6,83%, queda de 66 pontos-base. A pergunta que fica é: será que ainda há espaço para mais ganhos na renda fixa, ou essa onda já passou?

Em nossa visão, sim. Projetamos a Selic em 11,00% para o final de 2027, o que ainda abre margem para um movimento de ajuste em baixa nos juros futuros de magnitude semelhante ao observado nas últimas semanas.

Quando o mercado passa a precificar um cenário de juros estruturalmente mais baixos, os títulos de prazo mais longo tendem a ser os maiores beneficiados. Isso ocorre porque pequenas variações nas taxas produzem impactos mais significativos sobre o valor presente dos fluxos futuros desses ativos. Mas é preciso cautela: quanto maior o prazo, maior a volatilidade do título; em contrapartida, o investidor conta com um poderoso aliado, a convexidade.

Curvas e histórico de juros de NTN-B e LTN

Curva NTN-B

Histórico NTN-B — 5, 10 e 15 anos

Curva LTN

Histórico LTN — 5 anos

Fonte: Ágora Investimentos. Curvas de 21/10/2026 e 21/09/2026; histórico de 01/01/2022 a 21/10/2026, última data disponível na base. Os prazos históricos representam 5, 10 e 15 anos para NTN-B e 5 anos para LTN, não vencimentos fixos. Passe o cursor para consultar as taxas, arraste para ampliar e dê duplo clique para restaurar; use a câmera para exportar a imagem.

1.2Convexidade potencializa os ganhos na queda dos juros

Um dos conceitos mais importantes para entender o desempenho recente da renda fixa é a convexidade. Em termos simples, ela mede como a sensibilidade de um título às variações de juros muda conforme as taxas se movimentam.

Na prática, a convexidade gera uma assimetria favorável ao investidor. Quando as taxas caem, o ganho de preço tende a ser maior do que a perda observada em um movimento equivalente de alta dos juros.

Convexidade: relação entre preço e rendimento

Fonte: Ágora Investimentos

Considere um título com duration de cinco anos e meio. Em uma queda de 1 ponto percentual na taxa de juros, a valorização estimada pelo modelo de duration seria próxima de 5,5%. No entanto, ao incorporar o efeito da convexidade, o ganho efetivo pode superar esse percentual (5,7%). O efeito inverso também ocorre quando as taxas sobem: o preço do título cairia menos, 5,3% em vez de 5,5%. Embora haja perda de marcação a mercado, a convexidade atua como um amortecedor, reduzindo parcialmente o impacto negativo.

Exemplo ilustrativo de sensibilidade do preço aos juros

Premissas utilizadas: aporte de R$ 10.000,00; taxa de 12% a.a.; cupom semestral; prazo de dez anos; duration de 5,5019 e convexidade de 44,9540.

Valores da aba convexidade
Taxa do cenárioMudança (p.p.)Preço (R$)Variação linear (R$)Variação com convexidade (R$)

Fonte: Ágora Investimentos.

Se por um lado a queda da curva favorece os preços dos ativos, por outro a desaceleração econômica e as demais condições que afetam os spreads tendem a aumentar a cautela em relação ao crédito corporativo.

1.3Spreads de crédito

Spreads de crédito de debêntures AAA — incentivadas sobre as NTN-Bs e em CDI+

Spread CDI+ (%)

Spread IPCA+ (bps)

Fonte: Bradesco BBI e ANBIMA. Passe o cursor para consultar os spreads, arraste para ampliar e dê duplo clique para restaurar; use a câmera para exportar a imagem. Cada painel informa o último dia disponível na respectiva série.

Hoje estamos em um ciclo de queda de juros, depois de um longo período de taxas elevadas. Como os efeitos dos juros altos demoram a aparecer na economia, empresas e consumidores ainda sentem o impacto desse aperto monetário, o que tende a desacelerar a atividade econômica.

Quando o crescimento perde força, os investidores ficam mais cautelosos e passam a exigir um prêmio maior para financiar empresas. É nesse momento que os spreads de crédito costumam subir.

Por isso, é comum vermos dois movimentos acontecendo ao mesmo tempo: os juros dos títulos públicos caem, mas os spreads corporativos aumentam.

Existe ainda uma característica interessante do mercado de crédito que, à primeira vista, parece contraditória. Quando os spreads se abrem, os títulos que normalmente sofrem mais não são necessariamente os de pior qualidade, mas muitas vezes os de maior rating, como os classificados em AAA e AA.

1.4Títulos de maior qualidade podem oferecer as melhores oportunidades

A explicação está na liquidez. Como esses papéis são os mais negociados do mercado, são também os primeiros a refletir mudanças de humor dos investidores. Em momentos de maior cautela, gestores costumam vender justamente os ativos mais líquidos para ajustar rapidamente suas carteiras. Com isso, os preços desses títulos caem e seus spreads se abrem antes dos demais. Em outras palavras, hoje é possível encontrar empresas de excelente qualidade pagando taxas mais atrativas.

Cap. Líquida de Fundos de Crédito ex-infra (R$bi) (PL > 10% em Crédito Privado e 0,5% em Debêntures) e de Fundos de Infra

Captação de fundos de crédito ex-infra (R$bi)

Captação de fundos de infraestrutura (R$bi)

Fonte: Bradesco BBI e ANBIMA. Fevereiro de 2025 a outubro de 2026. O valor de outubro não indica mês encerrado. Valores em bilhões de reais. Entradas em verde vivo e saídas em verde escuro. Passe o cursor para consultar os valores; use o zoom e a câmera para exportar a imagem.

Por outro lado, é importante evitar a armadilha de migrar para títulos de menor qualidade apenas porque eles parecem estar oscilando menos. Muitas vezes, esses papéis não apresentam grandes variações de preço simplesmente porque são pouco negociados. A menor liquidez pode transmitir uma sensação de estabilidade que nem sempre reflete o risco real do emissor. Por isso, em um momento de desaceleração econômica, o investidor tende a ser mais bem remunerado ao assumir o risco de mercado de títulos de alta qualidade do que ao aumentar significativamente o risco de crédito em busca de alguns pontos adicionais de retorno.

Conseguimos entender bem a relação de curva de juros com risco de crédito, mas a escolha do papel depende de mais um fator: objetivo pessoal.

1.5O que procurar

Indexadores: como cada título gera retorno

Uma forma simples de entender os diferentes tipos de títulos é pensar em como cada um gera retorno.

  • CDI

    Os títulos atrelados ao CDI são os mais previsíveis no curto prazo, pois acompanham a taxa básica de juros da economia e dependem pouco das expectativas do mercado. São boas opções para quem quer reduzir o risco e tem um horizonte de menor prazo.

  • Prefixados

    Os títulos prefixados permitem saber desde o primeiro dia exatamente qual será a taxa contratada se levados até o vencimento. São boas pedidas para quem precisa de previsibilidade, embora tenham o risco de inflação implícito, principalmente para prazos longos.

  • IPCA+

    Os híbridos IPCA+ combinam uma taxa fixa com a correção da inflação, ajudando a preservar o poder de compra do investidor ao longo do tempo. São boas escolhas para um horizonte de prazo maior e podem perder atratividade em prazos curtos se o curso da inflação já está bem precificado pelo mercado.

Alavancagem: onde está o maior potencial de ganho?

Em momentos de queda dos juros, tanto os títulos prefixados quanto os indexados ao IPCA podem apresentar ganhos relevantes de marcação a mercado. Na prática, a principal diferença está no prazo. Os títulos IPCA+ normalmente possuem vencimentos mais longos e, por isso, tendem a ser mais sensíveis às mudanças nas taxas de juros. É justamente essa característica que faz com que, em ciclos de fechamento da curva, eles frequentemente apresentem um potencial de valorização superior ao dos títulos prefixados. Em compensação, essa mesma sensibilidade pode gerar oscilações maiores ao longo do caminho.

Renda: gerar um maior rendimento agora ou preservar o patrimônio no longo prazo?

Em um exemplo simplificado, comparamos um investimento hipotético de R$ 10 mil, prazo de 10 anos, pagamento de juros semestrais e inflação constante de 4% a.a. A taxa prefixada é de 10,25% a.a. efetivos e a taxa real do IPCA+ é de 5,0625% a.a. efetivos.

O prefixado gera R$ 500,00 de juros por semestre. No IPCA+, os juros começam em R$ 254,95 e chegam a R$ 370,06 no último semestre, com o principal corrigido para R$ 14.802,44. O fluxo final inclui a devolução do principal: R$ 10.500,00 no prefixado e R$ 15.172,50 no IPCA+.

Comparação ilustrativa de renda e correção do principal
Pré-Fixado 10,25% ao ano
AnosPrincipalJurosFluxo de Caixa
IPCA+ 5,06% ao ano
AnosPrincipalJurosFluxo de Caixa

Fonte: Ágora Investimentos.

Já o título prefixado costuma ser mais interessante para quem busca gerar renda ou travar uma taxa elevada por um determinado período. Como os juros são conhecidos desde o início, o fluxo de rendimento tende a ser mais alto no curto prazo. Por outro lado, o valor nominal investido não recebe correção inflacionária. Em outras palavras, investindo R$ 10 mil, após 5 anos teríamos os mesmos R$ 10 mil, mas com um poder de compra menor.

Um título IPCA+ funciona como uma proteção do patrimônio: além dos juros contratados, o valor investido é corrigido pela inflação durante todo o período da aplicação. Isso significa que o capital cresce junto com o aumento dos preços da economia, ajudando a preservar o poder de compra ao longo dos anos.

1.6Nossa visão

O cenário continua favorável para a renda fixa. Ainda enxergamos espaço para um fechamento adicional da curva de juros à medida que os efeitos defasados do longo período de juros elevados continuem desacelerando a economia. Soma-se a isso a expectativa de avanços nos ajustes fiscais, que podem contribuir para a redução dos prêmios de risco exigidos pelo mercado. Ao mesmo tempo, a recente abertura dos spreads criou oportunidades interessantes no crédito privado, especialmente em títulos de alta qualidade. Por serem mais líquidos, esses papéis foram os que mais rapidamente incorporaram o aumento da aversão a risco e, hoje, oferecem prêmios bastante atrativos. Nesse contexto, acreditamos que a melhor relação entre risco e retorno está nos ativos de maior qualidade, que combinam fundamentos sólidos com taxas acima de suas médias históricas, sem a necessidade de aumentar significativamente o risco de crédito da carteira.

Na próxima seção, confira nossa curadoria, com alguns títulos em destaque acompanhados de uma análise breve de cada emissor.

02 / Seleção da edição

Taxas indicativas em 19/10/2026

Títulos em destaque

Títulos de outubro. Taxas indicativas em 19/10/2026; público-alvo geral.
Título / EmissorRatingIndexadorVencimentoJurosAmortizaçãoTaxa indicativa

Público-alvo: geral para os cinco títulos. Taxas sujeitas às condições de mercado, sem disponibilidade de negociação assegurada. Ratings reproduzem a apresentação, não uma atualização das agências.

03 / Análise de crédito

Análises de outubro · 19/10/2026

Os emissores da edição

Taxas de emissão: Anbima. São distintas das taxas indicativas de negociação; confirme as condições na documentação da emissão.

Debêntures - Títulos Disponíveis

CRI e CRA - Títulos Disponíveis

Fonte: Ágora Investimentos. Data-base: 21/10/2026.

Fontes e metodologia

Ver fontes e metodologia

Taxas dos títulos

Taxas indicativas em 19/10/2026: 106% do CDI para CerradinhoBio, 104% do CDI para Klabin, IPCA + 7,23% a.a. para Energisa, IPCA + 6,55% a.a. para Vale e IPCA + 7,37% a.a. para Rede D’Or. A Klabin paga juros semestrais em abril e outubro, com amortização no vencimento. Indexadores, prazos, estruturas e riscos diferem entre as emissões; as taxas não representam equivalência de risco ou retorno.

Séries históricas e ratings

A ilustração de convexidade é conceitual, sem escala. O painel de juros compara curvas de 21/10/2026 e 21/09/2026, com histórico até 21/10/2026, conforme os valores salvos na base. A sensibilidade usa um gráfico interativo em Plotly e tabela de consulta; a comparação de renda usa duas tabelas, prefixado e IPCA+, com principal, juros e fluxo de caixa. Os exemplos têm premissas ilustrativas próprias. Os gráficos financeiros dos emissores usam dados numéricos da base financeira, com consulta por ponto, zoom e exportação. Os períodos originais foram preservados; UDM e U12M identificam os últimos doze meses, sem atribuição de uma data não informada. As séries da Rede D’Or usam a versão compatível com os dados da apresentação. Os dados da Vale e da CerradinhoBio e os cronogramas de dívida da Vale e da Energisa foram atualizados conforme a base financeira. Caixa é exibido separadamente dos vencimentos de dívida. Os ratings reproduzem a tabela fornecida, sem consulta independente às agências.

Riscos e limitações

As análises dos emissores reproduzem o material de outubro, sem validação independente. Riscos incluem inadimplência, liquidez, oscilação de juros, inflação, mudanças regulatórias e perdas na venda antecipada. CRI, CRA e debêntures não contam com garantia do FGC. Este material não constitui oferta ou recomendação individualizada.

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Este relatório foi preparado pela equipe de análise de investimentos da Ágora Corretora de Títulos e Valores Mobiliários S.A. (Ágora), sociedade sob controle indireto do Banco Bradesco S.A. O presente relatório se destina ao uso exclusivo do destinatário, não podendo ser, no todo ou em parte, copiado, reproduzido ou distribuído a qualquer pessoa sem a expressa autorização da Ágora. A distribuição desse relatório é realizada somente com o objetivo de prover informações e não representa uma oferta ou recomendação de qualquer valor mobiliário. As informações contidas neste relatório são consideradas confiáveis na data de sua publicação, entretanto, não representam por parte da Ágora garantia de exatidão dos dados factuais utilizados. As opiniões, estimativas, projeções e premissas relevantes contidas neste relatório são baseadas no julgamento dos analistas de investimento envolvidos na sua elaboração e são limitadas às companhias e aos ativos objetos de sua análise nos termos da Resolução CVM nº 20, e estão, portanto, sujeitas a modificações sem aviso prévio.

Declarações dos analistas de investimento envolvidos na elaboração deste relatório nos termos do art. 21 da Resolução CVM n° 20: Os analistas de investimento declaram que as opiniões contidas neste relatório refletem única e exclusivamente as suas opiniões pessoais sobre o comportamento dos valores mobiliários objeto desse relatório, e que foram elaboradas de forma totalmente independente e autônoma, inclusive em relação à Ágora e demais empresas do grupo Bradesco. A remuneração dos analistas de investimento está, direta ou indiretamente, influenciada pelo resultado proveniente dos negócios e operações financeiras realizadas pela Ágora. Um dos analistas responsáveis por este relatório declara possuir ações de Gafisa e Pão de Açúcar o que pode representar um potencial conflito de interesses nos termos da Resolução CVM 20/2021. Consulte os riscos da operação e compatibilidade com o seu perfil antes de investir. Rentabilidade passada não é garantia de rentabilidade futura.

Declarações nos termos do Art. 22 da Resolução Nº 20, referentes às empresas cobertas pelos analistas de investimento da Ágora CTVM:

O Bradesco BBI tem participação societária e interesses econômicos relevantes na empresa Cosan Dez Participações S.A., uma empresa gerenciada pela Cosan S.A. O Banco Bradesco S.A, detentor do Bradesco BBI e da Ágora CTVM, tem participação acionária indireta em Brava Energia, Compass, Log Commercial Properties e Cosan. .

Ágora, Bradesco BBI e demais empresas do grupo Bradesco têm interesses financeiros e comerciais relevantes em relação ao emissor ou aos valores mobiliários objeto de análise. O Bradesco BBI pode prestar serviços relacionados a assessoria financeira/M&A para a(s) companhia(s) mencionada(s) neste relatório.

Bradesco BBI está participando como coordenador nas Ofertas Públicas de Valores Mobiliários de Desktop S.A., C&A Modas S.A., SBF Comercio de Produtos Esportivos S.A., .

Nos últimos 12 meses, o Bradesco BBI participou como coordenador nas ofertas públicas de distribuição de títulos e valores mobiliários das companhia e/ou prestou serviços de outra natureza para as seguintes empresas: Agi Inc.; Allos S.A., Axia Energia, Banco Pine S.A., Boa Safra Sementes S.A., BRF S.A., Camil Alimentos S.A, Cogna S.A., Companhia de Saneamento de Minas Gerais - COPASA MG, CPFL Energia S.A. Cyrela Brazil Realty Empreendimentos e Participações, Cosan S.A., Diagnósticos da América S.A, Dimed Distribuidora de Medicamentos, Ecorodovias Concessões e Serviços S.A., Empreendimentos Pague Menos S.A., Engie Brasil Energia S.A., Energisa S.A., Eneva S.A., Even Construtora e Incorporadora S.A., Fras-Le S/A, Guararapes Confecções S/A, Grupo Casas Bahia S.A., Grupo SBF S.A., Hypera S.A., Isa Energia Brasil S.A., Klabin S.A.; Localiza Rent A Car S.A., MBRF, Movida Participações, Moura Dubeux Engenharia S.A., Raia Drogasil S/A, Rede D'Or S.A., Sendas Distribuidora S.A., SLC Agrícola S.A., Smartfit Escola de Ginástica e Dança S.A., Suzano S.A., Transmissora Aliança de Energia Elétrica S/A - TAESA; Tenda Construtora S/A, TIM Brasil Serviços e Participações S.A., Totvs S.A., Vamos Locação de Caminhões, Máquinas e Equipamentos S.A., Vibra Energia S.A., Vitru S.A, Yduqs Participações S.A., Zamp S/A, Companhia de Saneamento Básico do Estado de São Paulo SABESP, Direcional Engenharia S.A., .

Nos últimos 12 meses, a Ágora CTVM participou, como instituição intermediária, das ofertas públicas de títulos e valores mobiliários das companhias: Agi Inc.; Allos S.A, Axia Energia, Banco Pine S.A., Boa Safra Sementes S.A., BRF S.A., Camil Alimentos S.A, Cogna S.A., CPFL Energia S.A. Companhia de Saneamento de Minas Gerais - COPASA MG, Cyrela Brazil Realty Empreendimentos e Participações, Cosan S.A., Diagnósticos da América S.A, Dimed Distribuidora de Medicamentos, Ecorodovias Concessões e Serviços S.A., Empreendimentos Pague Menos S.A., Engie Brasil Energia S.A., Energisa S.A., Eneva S.A., Even Construtora e Incorporadora S.A., Fras-Le S/A, Guararapes Confecções S/A, Grupo Casas Bahia S.A., Grupo SBF S.A., Hypera S.A., Isa Energia Brasil S.A., Jalles Machado S/A, Klabin S.A., Localiza Rent A Car S.A., MBRF; Moura Dubeux Engenharia S.A., Movida Participações, Raia Drogasil S/A, Rede D'Or S.A., Sendas Distribuidora S.A., SLC Agrícola S.A., Smartfit Escola de Ginástica e Dança S.A. Suzano S.A., Tenda Construtora S/A, TIM Brasil Serviços e Participações S.A., Totvs S.A., Transmissora Alianca de Energia Eletrica S.A - TAESA; Vamos Locação de Caminhões, Máquinas e Equipamentos S.A., Vibra Energia S.A., Vitru S.A, Yduqs Participações S.A., Zamp S/A. Companhia de Saneamento Básico do Estado de São Paulo SABESP, Direcional Engenharia S.A., .

A Ágora CTVM recebe remuneração por serviços prestados como formador de mercado de ações de Enjoei S.A. Fomento Economico Mexicano FEMSA (FMXB34) e Três Tentos Agroindustrial S/A. .

Fonte: Ágora Investimentos. Títulos e emissores com data-base de 19/10/2026. Informações históricas e taxas indicativas, sujeitas a alteração. Avalie os riscos e a adequação ao seu perfil antes de investir.

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Fonte: Ágora Investimentos.